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Posts Tagged ‘desafio literário 2011’

Livro: Jogadas da vida, de Julio César de Souza

Sinopse

O livro expõe a vencedora trajetória de vida do ex-jogador de futebol Júlio César, que iniciou sua carreira no Corinthians, na época da Democracia Corinthiana. Aos 19 anos, já era bicampeão paulista de 1982-83. Passou por vários clubes do Brasil antes de Jogar na Europa, onde ficou por dois anos. Encerrou a carreira como atleta e foi trabalhar como representante comercial, carreira na qual também obteve sucesso, mesmo já apresentando sinais de surdez. Após ficar completamente surdo, voltou aos gramados, agora como educador de crianças surdas pelo esporte. Desenvolveu um projeto educacional único no Brasil que já beneficiou milhares de crianças surdas tomando-o como exemplo de vida.

Resenha

Algo importante a ser dito sobre esse livro logo de cara é que não se trata de um livro sobre futebol, ou melhor, não se trata apenas de um livro sobre futebol. Acima de tudo é um livro que narra a trajetória de uma pessoa que teve tudo pra dar errado, ou, que teve todas as oportunidades que se possa imaginar para ter desistido de seus objetivos, no entanto, escolheu sempre continuar. Seu nascimento por si só foi sua primeira batalha, e também seu primeiro lance de sorte (se é que se pode dizer isso, já que algo relacionado ao seu nascimento marcaria sua vida no futuro), já que a gravidez de sua mãe foi considerada uma gravidez de risco e foi recomendado que ela fizesse o aborto. A partir daí começa a trajetória vitoriosa, mas não sem muita luta, de Julio César de Souza, que é tão bem contada nesse livro.

O livro é escrito em primeira pessoa e apenas em alguns momentos Júlio César nos conta sua história na terceira pessoa, dando um tom de romance à sua narrativa. Ele começa contanto sua trajetória desde antes de seu nascimento quando seus pais ainda moravam no Chile, o que nos ajuda a compreender a personalidade deles e como ela o influenciaria. Toda a história é contada em paralelo com o cenário do futebol da época, nos dando a entender como sua trajetória estaria ligada intimamente com esse esporte. O livro também nos mostra a difícil trajetória de um jogador profissional desde o fim dos anos 70 até o início dos anos 90, esvaindo quase que por completo aquele glamour que nosso inconsciente coletivo parece gostar de acreditar que exista no futebol. O livro segue contanto a história de Júlio César até o fim de sua carreira como jogador profissional, o início de uma nova vida profissional, o desenvolvimento de sua surdez chegando até nos levar ao momento mais importante do livro (minha opinião, claro) que foi o desenvolvimento de um projeto pioneiro de inclusão social aos portadores de deficiência auditiva através do esporte.

Jogadas da Vida é um livro que acerta logo em sua introdução contando com uma belíssima apresentação do antigo locutor esportivo e apresentador Osmar Santos. Além dele outros nomes famosos no futebol também marcam presença com depoimentos emocionantes, como é o caso de Zé Maria, Leivinha, Joaquim Grava, Coutinho, entre outros. Embora se trate de uma biografia Jogadas da Vida também se enquadra como livro de autoajuda, mas isso não é chega ser um problema. Em momento algum o livro tenta ser um guia definitivo sobre como superar adversidades e não apresenta também nenhuma receita de bolo de como fazê-lo. A história de Júlio César serve como um exemplo de superação sem se cair para o piegas.

Osmar Santos - "Ripa na chulipa e pimba na gorduchinha"

A parte mais emocionante do livro se dá no momento que Júlio César começa a apresentar todas as dificuldades que ele passou pra fazer acontecer seu projeto de inclusão social e quando ele nos dá um panorama das reais necessidades e dificuldades das pessoas com deficiência auditiva. Admito que o livro me ajudou a ter um panorama diferente das dificuldades passadas pelas pessoas surdas e a rever algumas posições que tinha quanto aos processos educacionais de maneira geral.

A razão que me levou a escolher essa leitura é que pude conhecer Júlio Cesar através de uma palestra  que ele ministrou em Sorocaba e que eu estava presente. Fiquei muito curioso pra saber  mais sobre aquele homem surdo que jogou pelo meu Corinthians, que conseguiu construir uma carreira bem sucedida longe do futebol e que se transformou, além de um educador ,  num palestrante de primeira.

Jogadas da Vida é um livro que merece muito ser lido, seja por nos apresentar uma época em que o futebol era completamente diferente de hoje em dia, seja pelo exemplo de superação, ou pelo incrível trabalho que ele foi capaz de realizar como ex-jogador e que pode beneficiar mais de três mil crianças e adolescentes diretamente através de seus projetos sociais. De tudo que Júlio César de Souza fez o mais importante trabalho realizado por ele foi o de ter escolhido fazer a diferença para milhares de pessoas.

Pra saber mais:

Instituto Jogadas da Vida: http://www.jogadasdavida.com.br/instituto.php

Esse post faz parte do Desafio Literário 2011 e o tema para o mês de fevereiro é biografia e memórias.

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Livro: Coraline, de Neil Gaiman

Sinopse

No livro, a jovem Coraline acaba de se mudar para um apartamento num prédio antigo. Seus vizinhos são velhinhos excêntricos e amáveis que não conseguem dizer seu nome do jeito certo, mas encorajam sua curiosidade e seu instinto de exploração. Em uma tarde chuvosa, a menina consegue abrir uma porta que sempre estivera trancada na sala de visitas de casa e descobre um caminho para um misterioso apartamento ‘vazio’ no quarto andar do prédio. Para sua surpresa, o apartamento não tem nada de desabitado, e ela fica cara a cara com duas criaturas que afirmam ser seus “outros” pais. Na verdade, aquele parece ser um “outro” mundo mágico atrás da porta. Lá, há brinquedos incríveis e vizinhos que nunca falam seu nome errado. Porém a menina logo percebe que aquele mundo é tão mortal quanto encantador e que terá de usar toda a sua inteligência para derrotar seus adversários.

Resenha

Sou suspeito a falar sobre qualquer obra de Neil Gaiman, sou fã do autor desde a época em que colecionava quadrinhos. Seu estilo sempre me cativou e acima de tudo o teor de suas estórias. Como já tinha visto o filme (e adorado!) tinha certeza que não iria me decepcionar com a leitura, e tive razão quanto a isso, pois Coraline é sim um livro feito para o público infantil e que justamente por não subestimar seu público que o título consegue ir além do gênero infanto-juvenil.

“Contos de fada são a pura verdade: Não porque nos contam que os dragões existem, mas porque nos contam que eles podem ser vencidos”.

G. K. Chesterton

A epígrafe de G. K. Chesterton dá o tom da trama, Coraline é uma protagonista como não se vê em muitos livros infanto-juvenis, não pela sua esperteza, mas porque diante das várias situações apresentadas ao longo do livro ela se mostra extremamente humana, ou seja, ela reage como qualquer pessoa normal (ainda mais uma criança) reagiria numa situação assustadora, perigosa e que claramente colocasse não só a nossa vida em risco como também a de outras pessoas que são importantes pra gente, ela sente medo, insegurança e não tem certeza às vezes se o que ela faz vai dar certo. Essa preocupação do autor de não tornar perfeita a sua personagem é que ajuda a tornar a trama tão tensa e assustadora em alguns momentos, pois a gente sente junto com a personagem. Em alguns momentos Coraline se vê imersa em questões de níveis mais filosóficos, e isso enriquece a leitura. Além disso, o livro é recheado de sarcasmo e muito bom humor. Quanto às referências a Alice no país das maravilhas elas começam e terminam no fato de haver um Gato na estória e num mundo paralelo surrealista, e mais nada.

Resumindo, Coraline é um livro divertido e instigante que nos assusta na medida certa. Foge do piegas e dos clichês que assombram vários títulos infanto-juvenis nos apresentando uma literatura madura e coesa.

Filme x Livro

Vi o filme na época de seu lançamento, inclusive fiz uma avaliação dele aqui, e posso dizer que o filme foi extremamente fiel (não igual) ao livro. O filme é uma experiência sensorial única, a parceria com Henry Selick foi tão bem sucedida como foi à parceira com Dave Mckean, enquanto que o livro nos apresenta uma profundidade maior das personagens e acontecimentos da trama. E não sei se alguém não gostou do Wybie, mas ele é essencial no filme e ele é tão bem feito que parece ter sido criado pelo próprio Neil Gaiman.

Esse post faz parte do Desafio Literário 2011 e o tema para o mês de janeiro é literatura infanto-juvenil.

Livro: A ilha perdida, de Maria José Dupré

Sinopse

Descobrir o mistério da ilha perdida. Era esse o ousado projeto dos irmãos Henrique e Eduardo. Porém, quando mal começava sua excursão, depois de atravessar o rio, os dois se viram tão perdidos quanto a própria ilha em que se encontravam. Que surpresas se escondiam por trás da densa mata que recobria toda a paisagem? Quem seria Simão, o solitário e enigmático habitante da ilha, que separou os dois meninos, levando Henrique para sua caverna? E, afinal, Henrique era um hóspede ou um prisioneiro?

Venha se perder nessa ilha fantástica de emoção e magia.

 

Resenha

Se para a primeira postagem do Desafio Literário 2011 eu escolhi um livro infanto-juvenil que tivesse cara de livro adulto, dessa vez o critério que adotei foi a simples nostalgia. Acho que muitos, assim como eu, tiveram contato ainda durante a infância, ou início da pré-adolescência, com a famosa Série Vagalume. Era difícil encontrar alguém, algum vizinho, amigo ou parente, que não tivesse lido pelo menos um livro da série, ou mesmo, lido um dos livros como trabalho de escola já que a serie foi amplamente divulgada e recomendada na rede pública de meados dos anos 70 (por isso o Vagalume é um Hipponga na maioria dos livros) até início dos anos 90. Por essa razão escolhi como 2ª leitura um livro que me fizesse lembrar, um pouco, essa época.

Indo direto ao ponto A ilha perdida é uma fábula que procura nos alertar quanto à importância de sermos respeitosos com a natureza e com os animais, preservando e protegendo, isso é deixado bem claro ao longo da estória. A trama envolve elementos que faziam a cabeça da maioria das crianças de tempos atrás (bom, pelo menos a minha e a da maioria das pessoas que eu conhecia) como aventura, mistério, piratas (não aparece nenhum na estória, mas pelo menos pra mim era automática a associação, ilha era sinônimo para piratas e tesouro), Tarzan ou Mogli o menino lobo. Além disso, o livro é bem despretensioso e dotado de grande inocência, alguns eventos são completamente inverossímeis, mas não chega a comprometer o livro já que o que nos parece absurdo pra uma criança é o que deve parecer fantástico.

A ilha perdida é um livro simples com o claro objetivo de divertir e passar uma mensagem positiva e educativa em seu desfecho. A linguagem do livro é muito clara e direta, não existem rodeios e tudo acontece muito rápido o que acaba dando ritmo e ajuda a prender a atenção na leitura permitindo que ele seja lido em algumas poucas horas. Por fim, trata-se de um ótimo livro pra ser lido por qualquer criança e funciona muito bem como porta de entrada para a literatura.

Esse post faz parte do Desafio Literário 2011 e o tema para o mês de janeiro é literatura infanto-juvenil.

Livro: Haroun e o mar de histórias, de Salman Rushdie

Sinopse: Rashid, um contador de histórias profissional, é conhecido como o Mar de Ideias, o lendário Xá do Blá-blá-blá. Um dia, porém, ele perde o dom da palavra, e com isso perde também seu ganha pão e toda a alegria de viver. É então que seu filho Haroun descobre que toda a história vem de um grande mar de histórias, o que o faz entregar-se à fantástica aventura de ir em busca das palavras. Auxiliado por personagens cheios de encanto, como o Gênio da Água e o Gavião Avião, o jovem Haroun terá de enfrentar o odioso Khattam-Shud e vencer tenebrosas forças da escuridão e do silêncio.

Nesta Fábula deliciosa, Rushdie faz uma defesa brilhante da criação, da fantasia e da liberdade, uma celebração da alegria de contar histórias e do prazer de ouvi-las.

Resenha: Não dá pra falar de Haroun e o mar de histórias sem antes falar um pouco sobre Salman Rushdie. Salman Rushdie é um escritor indiano que ganhou notoriedade já com seu segundo romance, Os filhos da meia-noite, no entanto, foi com as polêmicas resultantes do seu livro mais famoso, Os versos satânicos, que fez com ele se torna-se muito mais conhecido. Afinal de contas o autor foi “condenado a morte” pelo Aiatolá Khomeini já que ele considerou seu trabalho como “uma blasfêmia contra o Islã”. Devido a esse incidente Salman Rushdie teve que viver, durante muitos anos, no anonimato e foi justamente nesse periodo que Haroun e o mar de histórias foi escrito.

É dito que Haroun e o mar de histórias foi escrito como uma forma do escritor explicar ao seu filho mais velho os motivos que o levaram a perda da liberdade de expresão. Não achei nada que comprovasse esse ponto, no entanto, esse romance foi realmente escrito em homenagem ao filho mais velho de Rushdie de quem esteve afastado durante um longo periodo. O livro tratava-se também de uma promessa que o autor já havia feito ao seu filho, que seu próximo livro seria um livro que as crianças pudessem e gostassem de ler. De tudo isso, então, surgiu a fantástica saga de Haroun e o mar de histórias.

Numa breve analise pode-se dizer que o livro é na verdade uma alegoria que aborda várias problemas sociais como censura, liberdade de expressão, totalitarismo, etc, vistos sob um ponto de vista inocente de uma criança, o protagonista Haroun. Apesar do livro tocar questões extremamente delicadas ele acaba não sendo um livro pesado, na verdade tudo isso é mostrado de uma forma muito delicada e harmoniosa, e mesmo tendo questões tão complexas como essas como pano de fundo o que chama a atenção é a forma fantástica como toda a trama é narrada. Mais do que isso, em Haroun e o mar histórias o que nós temos é uma linda estória sobre o amor entre pai e filho.

Haroun e o mar de histórias nos apresenta um mundo fantástico de onde são originadas todas as fábulas e estórias já contadas. Somos apresentados a personagens extremamente cativantes que nos faz sentir como se nós fossemos o protagonista de estória e que eles estivessem interagindo conosco. Não existe nenhuma personagem à toa na narrativa, todos tem sua importância, desde o nome até suas atitudes. Em alguns momentos me senti como se estivesse lendo A história sem fim, de Michael Ende, por todo envolvimento e fantasia que a estória nos proporciona.

Fiquei muito satisfeito com o livro, realmente ele foi capaz de superar todas as minhas expectativas e posso dizer que acertei em minha escolha para abrir o Desafio Literário 2011. Haroun e o mar de histórias é um livro que, embora definido como literatura infanto-juvenil, pode ser lido por qualquer pessoa, adulto ou criança, porque ele transcende o gênero para o qual foi concebido. Sem dúvida é um livro que já faz parte da minha lista de favoritos.

Avaliação

Pensei bastante quanto a atribuir um valor a leitura não só desse livro como também das minhas futuras leituras, no entanto, eu cheguei à conclusão que essa avaliação não se faz necessária. Acaba sendo superficial demais uma nota que classifique um livro como bom ou ruim. A nota diminui a importância da resenha (que é apenas uma forma de troca de ideias e impressões sobre a leitura) e pode não fazer justiça com o livro uma vez que não é porque eu gostei ou não da leitura que isso queira dizer que um livro seja bom ou ruim. Em todo caso não acho errado alguém atribuir nota aos livros que leem, mas eu me sinto desconfortável em ter que fazê-lo, por isso não atribuirei nota alguma.

PS: Faço parte do Skoob e lá eu credito notas aos livros que leio, embora pareça estranho (e até hipócrita) no Skoob eu credito notas que mostra o quanto eu gostei ou não de um livro e não se um livro é bom ou ruim. Parece que é a mesma coisa, mas é muito diferente.

Esse post faz parte do Desafio Literário 2011 e o tema para o mês de janeiro é literatura infanto-juvenil.

Desafio Literário 2011 – Vamos participar?

Começaram as inscrições para a segunda edição do Desafio Literário, as inscrições podem ser feitas desde o dia 15 de outubro indo até o dia 15 de dezembro de 2010 através de link disponível no site organizador da brincadeira (gincana, projeto, programa… dá no mesmo), que é o Desafio Literário by RG. Falando brevemente do desafio ele consiste em elaborar uma lista com livros que devem ser lidos ao longo do ano que vem e a escolha desses livros é feita com base em temas diversos pré-definidos para cada mês. Conforme os livros vão sendo lidos o leitor participante deve publicar uma resenha do livro em seu blog, caso não tenha pode optar por enviar sua resenha ao site organizador que ele fará a publicação da resenha. Simples não?

Eu já havia tomado conhecimento do desafio do ano anterior, não lembro porque não participei (não lembro mesmo), mas resolvi não perder a oportunidade dessa vez e vou participar.

O que eu acho legal nesse Desafio é a troca de ideias que ele oferece, afinal de contas é inevitável que alguém acabe lendo um livro que quiséssemos ler, que já lemos, ou até mesmo estejamos lendo. Além disso, eu vejo o desafio como uma oportunidade de ler aqueles livros que eu vivo deixando pra depois e que nunca leio, o mesmo vale pra alguns gêneros literários. Fiz minha lista tendo isso em mente, a prioridade seria ler os livros que já tenho e que ainda não li e livros que gostaria de ler, ainda assim será necessário fazer algumas aquisições. Para conferir minha lista basta clicar aqui.

Abaixo vocês podem ver os temas que farão parte do Desafio Literário 2011.

Janeiro – Literatura Infanto-Juvenil
No mês das férias, vamos nos divertir com a criançada e aproveitar o tempo junto da família com muita leitura! Que tal escolher algumas obras destinadas às crianças e aos adolescentes para o Desafio Literário 2011? No site da Revista Crescer há uma variedade de sugestões, considerando as faixas etárias de 1 a 10 anos.
Fevereiro – Biografia e/ou Memórias
A biografia é um gênero literário por meio do qual se narra a história de vida de uma pessoa após sua morte. Na atualidade, este gênero está passando por mudanças, tendo em vista que as pessoas têm escrito suas próprias memórias. Que tal ler aquela biografia e/ou livro de memórias de nosso ídolo?
Março – Romance épico
O gênero épico é uma das mais antigas manifestações literárias. O enredo caracteriza-se por ressaltar os feitos dos heróis ou as aventuras de um povo. Neste mês, vamos desengavetar aqueles romances épicos que compramos por impulso e acabaram no esquecimento!
Abril – Ficção científica
As obras de ficção-científica são aquelas que retratam, de modo real ou imaginário, o impacto da ciência e da tecnologia sobre a vida das pessoas, em particular, e da sociedade, em geral. No Brasil, este gênero literário não é muito popular, por isso, neste mês, que tal experimentar o gosto pelo tema?
Maio – Livro-reportagem
O casamento da literatura com o jornalismo tornou o livro-reportagem um gênero literário. Com isso, os autores, que são jornalistas profissionais, têm uma alternativa para publicar seus textos, quando estes não podem ser veiculados em jornais e revistas devido ao extenso conteúdo. Vamos eleger nosso jornalista preferido?
Junho – Peças teatrais
Oba! As férias estão chegando, vamos ao teatro? De gênero dramático, as peças teatrais contemplam obras cujo enredo é baseado nos diálogos entre os personagens, os quais devem ser encenados pelos atores de acordo com o roteiro proposto pelo dramaturgo e direcionado pelo diretor.
Julho – Novos autores
Neste mês, a proposta é: incentivar a leitura de obras de autores nacionais, que ainda estão no anonimato, e divulgar o que há de melhor na literatura contemporânea. No Blog Desafio Nacional, vocês encontram uma relação de diversos novos autores.
Agosto – Clássico da literatura brasileira
Se durante a vida estudantil, muitos de nós “fugimos” dos clássicos da literatura brasileira por considerá-los chatos, agora é hora do desbloqueio literário. Neste mês, vamos nos dedicar aos autores nacionais, cujas obras definiram os movimentos literários do país a partir do século 19.
Setembro – Autores regionais
Vamos descobrir os talentos literários escondidos nos recantos deste imenso país? Neste mês, então, devemos ler obras de autores que são reconhecidos apenas no lugar onde nós vivemos. Está valendo autores do nosso município, da nossa região ou do nosso Estado. Este mês promete revelações literárias!
Outubro – Nobel de literatura
O Prêmio Nobel de Literatura é concedido desde 1901 aos autores, cujas obras se distinguem pela ideologia que carregam em seu conteúdo. Mas, pouco se conhece sobre quem são os premiados e muito menos quais obras eles escreveram. Que tal pesquisar, ler e resenhar obras de autores premiados com o Nobel?
Novembro – Contos
O ano está acabando e, como sempre, é tão atarefado, não é mesmo? Então, vamos relaxar um pouco com a leitura de obras que contenham contos. Numa breve descrição, os contos são pequenas narrativas, reais ou imaginárias, da vida cotidiana que impressionam o leitor com desfechos surpreendentes.
Dezembro – Lançamentos do ano
Para encerrar o ano com “chave de ouro”, devemos ler aquele livro que “bombou” em 2011 em todos os meios de comunicação e redes sociais. Quais serão as surpresas do mercado editorial? Que tal a leitura daquele livro que ganhamos em datas comemorativas e não o lemos porque a pilha não parou de crescer? (A escolha dos livros para esse tema será feita ao longo de 2011. Por isso não há como incluí-los na lista. Sendo assim, a seleção dos livros de dezembro de 2011 será uma surpresa para todos).

Para saber mais sobre o Desafio Literário 2011 basta clicar nos links abaixo.

Desafio Literário 2011 – Apresentação e regulamento

Formulário para inscrição DL 2011

Sobre o Desafio Literário

Para acompanhar minha lista basta clicar aqui.

Bom, agora que você já sabe sobre o Desafio Literário… E ai, vai participar?


Janeiro – Literatura Infanto-Juvenil
No mês das férias, vamos nos divertir com a criançada e aproveitar o tempo junto da família com muita leitura! Que tal escolher algumas obras destinadas às crianças e aos adolescentes para o Desafio Literário 2011? No site da Revista Crescer há uma variedade de sugestões, considerando as faixas etárias de 1 a 10 anos.Fevereiro – Biografia e/ou Memórias
A biografia é um gênero literário por meio do qual se narra a história de vida de uma pessoa após sua morte. Na atualidade, este gênero está passando por mudanças, tendo em vista que as pessoas têm escrito suas próprias memórias. Que tal ler aquela biografia e/ou livro de memórias de nosso ídolo? 

Março – Romance épico
O gênero épico é uma das mais antigas manifestações literárias. O enredo caracteriza-se por ressaltar os feitos dos heróis ou as aventuras de um povo. Neste mês, vamos desengavetar aqueles romances épicos que compramos por impulso e acabaram no esquecimento!

Abril – Ficção científica
As obras de ficção-científica são aquelas que retratam, de modo real ou imaginário, o impacto da ciência e da tecnologia sobre a vida das pessoas, em particular, e da sociedade, em geral. No Brasil, este gênero literário não é muito popular, por isso, neste mês, que tal experimentar o gosto pelo tema?

Maio – Livro-reportagem
O casamento da literatura com o jornalismo tornou o livro-reportagem um gênero literário. Com isso, os autores, que são jornalistas profissionais, têm uma alternativa para publicar seus textos, quando estes não podem ser veiculados em jornais e revistas devido ao extenso conteúdo. Vamos eleger nosso jornalista preferido?

Junho – Peças teatrais
Oba! As férias estão chegando, vamos ao teatro? De gênero dramático, as peças teatrais contemplam obras cujo enredo é baseado nos diálogos entre os personagens, os quais devem ser encenados pelos atores de acordo com o roteiro proposto pelo dramaturgo e direcionado pelo diretor.

Julho – Novos autores
Neste mês, a proposta é: incentivar a leitura de obras de autores nacionais, que ainda estão no anonimato, e divulgar o que há de melhor na literatura contemporânea. No Blog Desafio Nacional, vocês encontram uma relação de diversos novos autores.

Agosto – Clássico da literatura brasileira
Se durante a vida estudantil, muitos de nós “fugimos” dos clássicos da literatura brasileira por considerá-los chatos, agora é hora do desbloqueio literário. Neste mês, vamos nos dedicar aos autores nacionais, cujas obras definiram os movimentos literários do país a partir do século 19.

Setembro – Autores regionais
Vamos descobrir os talentos literários escondidos nos recantos deste imenso país? Neste mês, então, devemos ler obras de autores que são reconhecidos apenas no lugar onde nós vivemos. Está valendo autores do nosso município, da nossa região ou do nosso Estado. Este mês promete revelações literárias!

Outubro – Nobel de literatura
O Prêmio Nobel de Literatura é concedido desde 1901 aos autores, cujas obras se distinguem pela ideologia que carregam em seu conteúdo. Mas, pouco se conhece sobre quem são os premiados e muito menos quais obras eles escreveram. Que tal pesquisar, ler e resenhar obras de autores premiados com o Nobel?

Novembro – Contos
O ano está acabando e, como sempre, é tão atarefado, não é mesmo? Então, vamos relaxar um pouco com a leitura de obras que contenham contos. Numa breve descrição, os contos são pequenas narrativas, reais ou imaginárias, da vida cotidiana que impressionam o leitor com desfechos surpreendentes.

Dezembro – Lançamentos do ano
Para encerrar o ano com “chave de ouro”, devemos ler aquele livro que “bombou” em 2011 em todos os meios de comunicação e redes sociais. Quais serão as surpresas do mercado editorial? Que tal a leitura daquele livro que ganhamos em datas comemorativas e não o lemos porque a pilha não parou de crescer? (A escolha dos livros para esse tema será feita ao longo de 2011. Por isso não há como incluí-los na lista. Sendo assim, a seleção dos livros de dezembro de 2011 será uma surpresa para todos).