Redes sociais para fãs de literatura
Conheci não faz muito tempo (pelo Twitter) duas ótimas redes sociais voltadas para o público literário o Trocando Livros e o Skoob. Fiquei um pouco fascinado por isso e acabei pesquisando um pouquinho e descobri que existe outra rede que foi lançada durante a Flip desse ano chamada O Livreiro. Como me tornei usuário das duas primeiras, e também por já estar um pouco de saco cheio dessas redes sociais como Orkut, Facebook e seus subprodutos, eu resolvi escrever um pouquinho sobre elas aqui, mostrar um pouco como funciona, propósito e principalmente, mostrar que é uma boa ideia que foge da trivialidade das redes sociais tradicionais. Abaixo segue uma breve descrição de cada uma dessas três redes:
O nome dessa rede já diz tudo, o Trocando Livros é uma rede social com o intuito de promover a troca de livros entre seus usuários facilitando o acesso a livros diversos que por vezes temos dificuldade de encontrarmos e nos dando uma mão pra desencostarmos aqueles livros das estantes. O portal foi criado em 2008 e atua como um grande intermediário na troca de livros, ou seja, aqui a proposta não é fazer “amiguinhos”, mas sim te ajudar a conseguir o livro que você procura a custa de algum livro que alguém esteja procurando. Pra quem pensa que isso pode não ser seguro ou complicado enganasse, conheci algumas pessoas que já fizeram várias trocas e o site permite que você rastreie todo o tramite do seu livro sem nenhum contato com a outra pessoa. O cadastro do livro é simples e o site apresenta uma interface de busca muito amigável. O portal conta com mais de 26 mil usuários e milhares de livros a disposição.
Comecei a usar o Skoob a pouquíssimo tempo, mas já estou ficando viciado nele. É uma rede social que permite que você catalogue todos os livros que você já leu, quer ler, que está lendo, que releu, que abandonou, etc. O Skoob tem um modelo mais próximo às redes tradicionais, pois é possível adicionar seus “amigos” (como no Orkut) ou seguir alguém que você ache interessante (como no Twitter), porém, o objetivo dele é a troca de informação e opiniões sobre os livros lidos ou desejados como também procura promover a troca de livros entre os usuários (só que sem a responsabilidade sobre os empréstimos). O Skoob é muito ágil e intuitivo, é muito fácil adicionar um livro no cadastro do site, é possível escrever suas próprias resenhas e compartilha-las com a rede, além de poder comentar as resenhas dos outros. O Skoob mantém um histórico sobre o que você está lendo, medindo sua progressão na leitura e é bacana porque ele mede o nível de compatibilidade (literária, por assim dizer) entre os usuários. O Skoob é um fenômeno nacional porque cresce exponencialmente, de acordo com o criador do site em apenas dois dias um cadastro de nenhum livro pulou para 300 e que até o começo do mês já contava com 44 mil livros cadastrados. Esse crescimento se dá principalmente pelo fato da rede se comunicar com outras redes existentes como blogs, Facebook, Flickr e principalmente o Twitter que é a ferramenta mais dinâmica disponível na atualidade.
Esse eu confesso que não conheço muito, li um pouco a respeito dele, mas ainda não fiz meu cadastro no site. Aparentemente ele apresenta as mesmas funcionalidades e proposta do Skoob, porém, complementado com as ideias de comunidades que conhecemos bem do Orkut, o que ajuda a promover debates e discussões sobre os livros. O Livreiro além de livros conta também com um acervo de artigos e matérias de revistas e isso é muito legal porque da uma amplitude maior a palavra Literatura. O site tem um visual incrível e só isso já ajuda a cativar o usuário, o ponto negativo do site fica apenas para o fato que ele não permite que você faça o cadastro de um livro que não conste no acerto, no entanto, ele possui um registro de 2 milhões de livros em sua base de dados.
Na minha opinião o grande barato disso tudo é que essas redes sociais ajudam a desmistificar a ideia de que os jovens (principal alvo desses projetos) não se interessam pela leitura, embora eu tenha que admitir que ainda somos um país que lê pouco. Eu vejo com muito otimismo essas iniciativas e para aqueles que gostam de ler ou falar de literatura (ou os dois) fica aqui a minha sugestão, participe.
PS: Quem quiser me adicionar no Skoob basta procurar pelo meu nome ou vá direto ao link do meu perfil: http://www.skoob.com.br/perfil/icekilmer





No caso de Fullmetal Alchemist a continuação dada ao desenho do momento que alcançou o mangá em diante não ficou ruim, mas quem acompanhava a série notou que havia uma grande diferença entre a história publicada e a história produzida como anime. Como resultado temos agora uma nova versão da série só que muito mais fiel aos acontecimentos e cronologia do mangá e quanto à história anteriormente produzida fica como uma versão alternativa da original.







